Justiça seja feita, mesmo distantes estamos mais juntas do que nunca!
Que esse ano 9 seja de paz pra nós amigas lindas!
Estejamos sempre com Ele.
Amo-vos [2]
As Abestadas
Quatro garotas tresloucadas se conhecem nos logíncuos tempos da faculdade... Lá se tornam amigas e, entre um trabalho e outro surge um programinha de rádio... O "Projeto Piloto", Neste programa criaram um quadro chamado "Não diga alô, diga: ÔH ABESTADO!"... E assim surgiram as ABESTADAS [sei que a descrição não está boa, mas vou melhorar... prometo!]
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Sobre Deus...
Às vzs nós nos perguntamos sobre o motivo de passarmos por situações difíceis em nossas vidas... E nessas horas procuramos explicações... Queremos justificaticas plausiveis, que nos convençam do pq das dificuldades, dos sentimentos, das circunstâncias....
Achei um texto legal... que na verdade não dá respostas... mas acalenta nas horas mais complicadas...
Amigas Divas -> amo-vos
Bjo
"Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida."
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida."
Fernando Pessoa
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
O retorno de Jahfar
Ó que saudades tenho da baia....
Ah, se eu escutasse o que papai dizia...
Saudade do nosso quarteto
Das nossas bagunças
De nossas viagens de ônibus de linha pra Resende
Do croissant de chocolate
Do xuurras 12:04h
Das discussões via email
Das colas
Da querida van sorriso e do tio matinhas
De vocês
De nós
Até de mim mesma...
Ah, se eu escutasse o que papai dizia...
Saudade do nosso quarteto
Das nossas bagunças
De nossas viagens de ônibus de linha pra Resende
Do croissant de chocolate
Do xuurras 12:04h
Das discussões via email
Das colas
Da querida van sorriso e do tio matinhas
De vocês
De nós
Até de mim mesma...
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Que todos pensem assim...
.
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
Cora Coralina
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
Cora Coralina
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Tirado do Comunique-se!
Isso merece ser divulgado.
Fenômeno Seje, por Carlos Zev SolanoCarlos Zev Solano (*)
Já faz algum tempo que se nota a presença incomoda do “verbete” “seje” em nosso cotidiano. Não que a língua portuguesa seja fácil, mas é quase deliberado o uso do “vocábulo”. Vez por outra ele é percebido em entrevistas, em novelas e pasmem, até mesmo vindo da boca de quem não devia – universitários, bacharéis, autoridades e políticos, só para citar alguns.Tudo bem que é um verbo irregular e por isso tem um quê a mais de dificuldade, mas será que lá no coleginho da tia Tetéia não foi pelo menos uma vez conjugado? Ou lembrado mais recentemente? O que impressiona é a quase forçada pronúncia do “seje”. Acredito que na maioria das vezes até o próprio interlocutor sinta certa estranheza ao proferi-lo. Mas, mesmo assim a utilização é reiterada. Exagero? Pesquisa rápida: Google: “seje”: 3,8 milhões de ocorrências. Ah, dentre elas temos as que corrigem o erro crasso. Novo exame: seje -seja -erro: 1,36 milhão. Se reparar bem, vai até notar alguns anúncios usando o “termo”! Nova busca: “seje” no Orkut, resultado, mais de 1000, entre elas 204 comunidades – claro que algumas são justamente – ainda bem – para criticar o uso errôneo da “palavra”. Nem o YouTube escapa. Alguns vídeos achados: “Se for amor que seje verdadeiro” – vai ver o amor não é tão verdadeiro assim; “Viva e seje feliz” – será feliz e ignorante por toda a vida; “Seje vc um Rocky” – esse nunca será um Rocky; e até um assassinato de um verso de Vinicius de Moraes: “E que seje eterno enquanto dure” – com certeza alguma coisa vai durar pouco. Uma explicação plausível para tanta incidência do equívoco é que no presente do subjuntivo o “e” final seja usado com bastante freqüência – desculpe-me pelo eco. Mas, essa desinência só ocorre – em regra – nos verbos da primeira conjugação, final “ar”. Ou seja, somente para verbos como estar, falar etc. Já os da segunda e terceira formam – não sei se há exceções – em “a” assim como o nosso seja. O fato é que de tanto ouvir alguns menos letrados ou desatentos acabam se viciando no “seje” e o dão como certo. Um verdadeiro fenômeno. Fica uma dúvida será que existe erro verbal mais comum que esse? Todos cometemos inúmeros erros, mas que esse “seje” único.
(*)Jornalista, escreve regularmente no blog Rascunhos na Net (http://rascunhosnanet.blogspot.com)
27/8/2007
Tirado do Comunique-se!
Isso merece ser divulgado.
_______________
Já faz algum tempo que se nota a presença incomoda do “verbete” “seje” em nosso cotidiano. Não que a língua portuguesa seja fácil, mas é quase deliberado o uso do “vocábulo”. Vez por outra ele é percebido em entrevistas, em novelas e pasmem, até mesmo vindo da boca de quem não devia – universitários, bacharéis, autoridades e políticos, só para citar alguns.Tudo bem que é um verbo irregular e por isso tem um quê a mais de dificuldade, mas será que lá no coleginho da tia Tetéia não foi pelo menos uma vez conjugado? Ou lembrado mais recentemente? O que impressiona é a quase forçada pronúncia do “seje”. Acredito que na maioria das vezes até o próprio interlocutor sinta certa estranheza ao proferi-lo. Mas, mesmo assim a utilização é reiterada. Exagero? Pesquisa rápida: Google: “seje”: 3,8 milhões de ocorrências. Ah, dentre elas temos as que corrigem o erro crasso. Novo exame: seje -seja -erro: 1,36 milhão. Se reparar bem, vai até notar alguns anúncios usando o “termo”! Nova busca: “seje” no Orkut, resultado, mais de 1000, entre elas 204 comunidades – claro que algumas são justamente – ainda bem – para criticar o uso errôneo da “palavra”. Nem o YouTube escapa. Alguns vídeos achados: “Se for amor que seje verdadeiro” – vai ver o amor não é tão verdadeiro assim; “Viva e seje feliz” – será feliz e ignorante por toda a vida; “Seje vc um Rocky” – esse nunca será um Rocky; e até um assassinato de um verso de Vinicius de Moraes: “E que seje eterno enquanto dure” – com certeza alguma coisa vai durar pouco. Uma explicação plausível para tanta incidência do equívoco é que no presente do subjuntivo o “e” final seja usado com bastante freqüência – desculpe-me pelo eco. Mas, essa desinência só ocorre – em regra – nos verbos da primeira conjugação, final “ar”. Ou seja, somente para verbos como estar, falar etc. Já os da segunda e terceira formam – não sei se há exceções – em “a” assim como o nosso seja. O fato é que de tanto ouvir alguns menos letrados ou desatentos acabam se viciando no “seje” e o dão como certo. Um verdadeiro fenômeno. Fica uma dúvida será que existe erro verbal mais comum que esse? Todos cometemos inúmeros erros, mas que esse “seje” único.
27/8/2007
domingo, 13 de maio de 2007
Barraco no parlamento...
Aos que não ficaram sabendo do babado fortíssimo que ocorreu na Câmara dos Deputados, procurem no Google ou em outro site de busca qualquer sobre o deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP).
Como se não bastassem suas extravagâncias com a novíssima decoração de seu escritório na câmara, que saiu pela bagatela de R$ 200 mil (do bolso dele [incrível! rs]), com direito a uma mesa de vidro cuja sustentação dá-se por uma serpente de bronze, Clodovil faz mais uma de suas peripécias.
Na terça-feira, 08 de maio, fez uma citação que causou indignação entre as mulheres do parlamento (e as de fora também), dizendo que as mulheres tinham ficado muito ordinárias, e que trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Cida Diogo (PT-RJ) se indignou com as afirmações de Clodovil e começou a obter assinaturas para fazer uma representação contra ele por quebra de decoro parlamentar*.
Ao saber disso, o parlamentar dirigiu-se a Cida e disse que ela não se ofendesse com suas palavras, já que ele havia se referido a mulheres ordinárias bonitas, e que esse não era o caso dela pois nem para prostituta ela serviria, porque é feia. O bafafá todo levou Cida subir à Mesa aos prantos e acusar deputado de lhe agredir com palavras de baixo calão.
Contei toda essa história, por incrível que pareça, verídica para me demonstrar minha indignação tanto com o preconceito com as mulheres quanto com o fato de termos um representante dos interesses do povo como Clodovil.
Uma pessoa que afirma que não vive no meio da feiúra e só sabe viver no meio da beleza, e por isso gasta uma fortuna para decorar um escritório usado para exercer um cargo que, se Deus quiser, só vai durar quatro anos, jamais defenderia os interesses dos que realmente necessitam. Talvez ele pense que, se redecorarmos o Brasil todo, podemos viver alegres e felizes no meio de toda a corrupções, fome, miséria, educação insuficiente, existentes no país porém com uma paisagem linda.
O que me preocupa é que ele não está lá simplesmente porque ele quer. Alguém o colocou lá... Quem pôde votar nele? O que esperavam dele?
E quanto à discriminação, ele deveria pensar muito antes de falar. Alguém como Clodovil, já passou por tantas situações parecidas ou tão humilhantes quanto essa. Se ele não queria nenhuma retaliação, poupasse os ouvidos alheios de comentários preconceituosos. As mulheres, a quem ele referiu, são pessoas tão capazes, inteligentes, competentes, eficientes quanto qualquer outro indivíduo. Muitas vezes mais capazes, pois ainda podem escolher, além de todas as outras responsabilidades e tarefas de homem, ser mãe. Mas essa escolha não a sobrecarrega, simplesmente a realiza.
Como se não bastassem suas extravagâncias com a novíssima decoração de seu escritório na câmara, que saiu pela bagatela de R$ 200 mil (do bolso dele [incrível! rs]), com direito a uma mesa de vidro cuja sustentação dá-se por uma serpente de bronze, Clodovil faz mais uma de suas peripécias.
Na terça-feira, 08 de maio, fez uma citação que causou indignação entre as mulheres do parlamento (e as de fora também), dizendo que as mulheres tinham ficado muito ordinárias, e que trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Cida Diogo (PT-RJ) se indignou com as afirmações de Clodovil e começou a obter assinaturas para fazer uma representação contra ele por quebra de decoro parlamentar*.
Ao saber disso, o parlamentar dirigiu-se a Cida e disse que ela não se ofendesse com suas palavras, já que ele havia se referido a mulheres ordinárias bonitas, e que esse não era o caso dela pois nem para prostituta ela serviria, porque é feia. O bafafá todo levou Cida subir à Mesa aos prantos e acusar deputado de lhe agredir com palavras de baixo calão.
Contei toda essa história, por incrível que pareça, verídica para me demonstrar minha indignação tanto com o preconceito com as mulheres quanto com o fato de termos um representante dos interesses do povo como Clodovil.
Uma pessoa que afirma que não vive no meio da feiúra e só sabe viver no meio da beleza, e por isso gasta uma fortuna para decorar um escritório usado para exercer um cargo que, se Deus quiser, só vai durar quatro anos, jamais defenderia os interesses dos que realmente necessitam. Talvez ele pense que, se redecorarmos o Brasil todo, podemos viver alegres e felizes no meio de toda a corrupções, fome, miséria, educação insuficiente, existentes no país porém com uma paisagem linda.
O que me preocupa é que ele não está lá simplesmente porque ele quer. Alguém o colocou lá... Quem pôde votar nele? O que esperavam dele?
E quanto à discriminação, ele deveria pensar muito antes de falar. Alguém como Clodovil, já passou por tantas situações parecidas ou tão humilhantes quanto essa. Se ele não queria nenhuma retaliação, poupasse os ouvidos alheios de comentários preconceituosos. As mulheres, a quem ele referiu, são pessoas tão capazes, inteligentes, competentes, eficientes quanto qualquer outro indivíduo. Muitas vezes mais capazes, pois ainda podem escolher, além de todas as outras responsabilidades e tarefas de homem, ser mãe. Mas essa escolha não a sobrecarrega, simplesmente a realiza.
* Decoro Parlamentar - Regras éticas e normas de comportamento que o parlamentar deve seguir no exercício de seu mandato.
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